NOSSA HISTÓRIA
A Rede Materna Pedra Branca nasceu em 2018, quando três mães — Aline, Ivana e Ana Cláudia — se encontraram por acaso no bairro e sentiram falta de um espaço de troca, companhia e apoio real na vivência da maternidade. O que começou como um grupo no WhatsApp, despretensioso e acolhedor, foi crescendo aos poucos, conectando mães recém-chegadas, gestantes, mulheres em busca de pertencimento e ajuda prática no dia a dia. Durante a pandemia, a Rede se fortaleceu ainda mais, tornando-se porto seguro emocional, afetivo e comunitário para muitas. Hoje, já são mais de 300 mães ativas em grupos por faixa etária, temas e interesses, com eventos fixos, encontros espontâneos, trocas diárias e um senso de comunidade que ultrapassa (e muito!) a tela.
Tudo começou em 2018
A Rede Materna Pedra Branca nasceu em janeiro de 2018, de um simples grupo no WhatsApp criado para trocar experiências sobre gestação, pós-parto e as tantas dúvidas da maternidade. Aos poucos, aquelas conversas virtuais se transformaram em encontros na pracinha, cafés com bebês no colo e uma amizade que crescia a cada mensagem. O que começou com três mães se tornou um espaço de acolhimento, apoio e conexão, onde compartilhar histórias e desafios era tão importante quanto celebrar pequenas vitórias. Foi desse início cheio de espontaneidade e afeto que a Rede ganhou força para se tornar o que é hoje: uma comunidade viva, feita de vínculos reais.
2019
Em 2019, a Rede Materna começou a ganhar forma e identidade: foi o ano da criação da logo, das primeiras camisetas e também da organização de um cronograma de eventos que movimentou o bairro com carnaval, Páscoa, festa junina, Halloween e Natal. Nesse mesmo espírito colaborativo, surgiram iniciativas como o Babychó, nosso primeiro brechózinho, e o BabyNic, um piquenique coletivo no Passeio. Foi um ano em que a rede deixou de ser apenas um grupo de mensagens e se transformou em presença no território, ocupando espaços, reunindo famílias e mostrando que, juntas, as mães podem muito mais.
2020
Em 2020, a Rede Materna enfrentou junto o desafio do isolamento social e encontrou novas formas de estar presente, mesmo à distância. Foi nesse ano que nasceu a Rede News, nossa newsletter, inaugurada com uma homenagem de Dia das Mães em que cada participante recebeu um chaveiro de crochê em formato da flor da logo: um gesto simples, mas cheio de significado e cuidado. Também lançamos a primeira coleção da Rede, feita por mães para outras mães, como forma de propagar amor e apoio em tempos difíceis. Entre trocas virtuais, presentes simbólicos e gestos de afeto, a Rede mostrou que vínculo verdadeiro atravessa qualquer distância.
2021
Em 2021, a Rede Materna deu passos importantes para fortalecer o empreendedorismo das mães do grupo. Foi o ano em que nasceu a Rede Empreendedora, um espaço pensado para valorizar e divulgar os negócios locais, incentivando que uma mãe apoiasse a outra. Também realizamos a primeira Feira das Mamães, no Passeio Pedra Branca, reunindo artesanato, roupas infantis, comidinhas e muito talento. Esses encontros marcaram a presença da Rede não só como um espaço de acolhimento, mas também como uma força de movimento econômico e comunitário no bairro.
2022
Em 2022, a Rede Materna mostrou que também é feita de cultura, afeto e boas conversas. O grupo Rede Leitura ganhou destaque ao promover um amigo oculto de livros, em uma confraternização cheia de trocas literárias, risadas e vínculos que iam além da maternidade. Foi um ano de fortalecer amizades e criar espaços onde as mães pudessem se reconhecer não só pelo papel materno, mas também por seus interesses, paixões e desejos de seguir aprendendo juntas.
2023
Em 2023, a Rede Materna consolidou seus eventos como momentos esperados no calendário da comunidade. A segunda edição do Ciklos trouxe o tema do empreendedorismo feminino e uma convidada especial, a coach Vanessa Tobias, inspirando mães a acreditarem em seus projetos. Tivemos também a Feira Mirim, onde as crianças viveram a experiência de vender seus brinquedos e aprenderam sobre troca e responsabilidade de forma lúdica. Para fechar o ano com alegria, o Dia das Crianças no Passeio Pedra Branca reuniu famílias inteiras em uma grande celebração, reforçando a essência da Rede: criar memórias afetivas e fortalecer laços dentro e fora do bairro.
2024
Em 2024, a Rede Materna celebrou conquistas que reforçaram sua presença e reconhecimento na comunidade. A tradicional Caçada aos Ovinhos de Páscoa reuniu famílias em um evento cheio de alegria e colaboração, mostrando a força do trabalho coletivo das mães. No mês de maio, um marco emocionante: a Rede foi capa do jornal SOU Pedra Branca, em uma edição especial de Dia das Mães, com um texto sensível da integrante da Rede escrirora, Priscila Marola. Foi um presente simbólico que mostrou como a Rede já faz parte da história do bairro e do coração de tantas famílias.
Até o momento
a Rede Materna segue escrevendo sua história com ainda mais pertencimento e conexão. Os encontros continuam sendo espaço de acolhimento e troca, fortalecendo amizades antigas e abrindo caminho para novas mães que chegam à Pedra Branca. A rede se firma como parte viva do bairro, trazendo eventos, grupos de interesse e projetos que unem cuidado, cultura e colaboração. Mais do que nunca, a Rede Materna mostra que crescer junto é o que dá sentido a essa caminhada — porque aqui, maternar nunca é sozinho.
OLÁ, SOU A ALINE
Eu sou a mãe do Augusto e da Antônia, casada com o Geison, filha da Iara. Moro aqui na Cidade Pedra Branca faz quase 15 anos já, e olha, mesmo antes de ter os filhos, eu já sentia que esse cantinho tinha algo diferente.
Quando cheguei aqui era meio deserto, sabe? Pouca gente circulando, pouco papo na rua. Mas eu sempre acreditei que movimento traz vida, que criar jeitos da gente se encontrar é uma das coisas mais bonitas que existem.
Sou fisioterapeuta, fundadora da Clínica Cíkel. Sempre fui de arregaçar as mangas mesmo, de olhar o que tá faltando e correr atrás. Adoro ver gente se conectando, uma ajudando a outra, esses encontros que a vida vai trazendo.
A Rede Materna nasceu bem assim: de um papo entre mães, daquela vontade de não ficar sozinha nessa jornada da maternidade, de fazer do bairro um lugar onde a gente se sente em casa mesmo.
Eu me entrego de corpo e alma no que faço. Fico de ouvido aberto, puxo assunto, organizo os encontros, invento soluções, tento estar presente onde precisa. Não é que eu dou conta de tudo não — longe disso! Mas eu acredito mesmo que quando uma mãe se sente vista e tem uma rede por trás, as coisas podem mudar de figura.
A Rede é construída por um monte de mulheres incríveis. Eu só dou aquela cutucada pra começar. E fico aqui, de olho carinhoso, ajudando essa roda a continuar girando.
































